Atualmente o exército americano está treinando mais operadores de robôs que pilotos de ataque e pilotos lançadores de bomba e sinalizou o fim de uma era de pilotos de caça.
Em 05/08 houve um ataque aéreo de robôs que matou o lider do Talibã Baitullah Mehsud.
Aproximadamente 5 mil veiculos robotizados e robôs aviões estão sendo testados no Iraque e Afeganistão. Em 2015, o Pentágono com seus USD230 bi investe no desenvolvimento de novos robôs afim de ter 15% de sua força armada robotizada.
Alguns analistas vêem o fim da profissão de piloto e já vê o o projeto do F-35 como fim.
Hoje eles tem 550 operadores de robô, 3700 pilotos de caça e 900 pilotos lançadores de bomba.
“É uma mudança histórica”, diz Pete Singer (autor de Wired for War). “Ir para a guerra significou a mesma coisa por 5 mil anos. Agora ir pra guerra significa ficar na frente do computador por 12h. Depois você vai para casa, caminha e conversa com seus filhos sobre a lição de casa.”
Atualmente o exército americano está treinando mais operadores de robôs que pilotos de ataque e pilotos lançadores de bomba e sinalizou o fim de uma era de pilotos de caça.
Em 05/08 houve um ataque aéreo de robôs que matou o lider do Talibã Baitullah Mehsud.
Aproximadamente 5 mil veiculos robotizados e robôs aviões estão sendo testados no Iraque e Afeganistão. Em 2015, o Pentágono com seus USD230 bi investe no desenvolvimento de novos robôs afim de ter 15% de sua força armada robotizada.
Alguns analistas vêem o fim da profissão de piloto e já vê o o projeto do F-35 como fim.
Hoje eles tem 550 operadores de robô, 3700 pilotos de caça e 900 pilotos lançadores de bomba.
“É uma mudança histórica”, diz Pete Singer (autor de Wired for War). “Ir para a guerra significou a mesma coisa por 5 mil anos. Agora ir pra guerra significa ficar na frente do computador por 12h. Depois você vai para casa, caminha e conversa com seus filhos sobre a lição de casa.”
Fonte Guardian UK
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